terça-feira, 23 de agosto de 2011

Meu consolo rsrs

Se não podemos fazer grandes coisas o Senhor levará muito em conta o amor. Madre Mazzarello

terça-feira, 31 de maio de 2011

Proponho mudar os votos

Proponho mudar o de pobreza para compromisso com a justiça, pois é muito fácil falar de pobreza se vivo num conventão repleto de mordomias. O importante é saber se vou lá lutar com os pobres, solidarizar-me, ajudar a defender os direitos deles. Quanto à castidade, voto de gratuidade no amor. Gratuidade no amor e fidelidade comunitária. Fidelidade é palavra muito bíblica. A sua mulher não é obediente a você, nem você é obediente a ela, vocês são fiéis, termos da mesma raiz das palavras fé e confiança. Confiança significa com fé. Quando eu for cardeal em Roma vou poder mexer nisso.
Frei Betto

quarta-feira, 11 de maio de 2011

A vida é uma mistura de prosa e poesia

O que é  prosa? São as coisas mecânicas, cronométricas que nos obrigamos a fazer para ganhar a vida. O que é a poesia? Momentos de intensidade, comunhão, amor, alegria e prazer que podemos experimentar também nas festas, jogos de futebol. [...] A prosa nos ajuda a sobreviver, mas a poesia é a própria vida.
Edgar Morin

domingo, 1 de maio de 2011

O Religiosos sabem ser pobres na era da comunicação?

Na era da comunicação, o conselho de pobreza nos propõe ir  a todos com  a "mente e mãos vazias", ou seja, numa atitude de confiança e de abertura à comunicação a partir do prórpio coração "despojado", isto é, a partir de dentro, acolhendo com amor o dom do outro. Exatamente porque uma presença pobre não possui certezas rígidas, não possui um sistema fechado de pensamento, não comunica de forma unidirecional pode deixar-se mudar, renovar, recriar. Assim pode perceber o sentir da humanidade que está nascendo e abrir-se a outras culturas, outras Igrejas, outras religiões, outra possibilidades comunicativas. Com essas disposições, nascidas do seguimento de Jesus, nascerá um novo modo de perceber e desenvolver o trabalho como exigência de novos métodos pastorais, nesta era nova da comunicação. Entra-se no "anonimato do saber". Acaba a apropriação daquilo que se pensou, se criou, se fez. Tudo se torna de todos, porque a missão pertence a Deus.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Padre Cantalamessa sugere “proibir” a fofoca

"Aqui não se fofoca!". Esse aviso deveria ser colocado em muitos ambientes de convivência, segundo sugeriu na sexta-feira o padre Raniero Cantalamessa OFM cap, na meditação de Quaresma que dirigiu a Bento XVI e seus colaboradores da Cúria Romana.
Ao discutir a frase da Carta de São Paulo aos Romanos, que "a caridade não seja fingida", o frade capuchinho considerou que no campo da caridade na Igreja há um aspecto que precisa de conversão: o ato de ficar julgando uns aos outros.
O fato de julgar não é em si algo mau, esclareceu, o que é verdadeiramente mau é "o veneno do nosso julgar": "o rancor, a condenação".
Perante o Papa, cardeais, bispos, sacerdotes e religiosos presentes na capela Redemptoris Mater do Palácio Apostólico, Cantalamessa explicou que, "em si, julgar é uma ação neutra"; "o juízo pode terminar tanto em condenação quanto em absolvição e justificação".
"São os juízos negativos os que a palavra de Deus reprime e elimina, aqueles que condenam o pecador junto com o pecado, aqueles que olham mais para a punição do que para a correção do irmão", disse.
"Para estimar o irmão, é preciso não estimar demais a si mesmo - prosseguiu -; é necessário ‘não ter uma visão alta demais de si próprio'". "Quem tem uma ideia muito alta de si mesmo é como um homem que, à noite, tem diante dos olhos uma fonte de luz intensa: não consegue ver nada além dela; não consegue ver a luz dos irmãos, seus dotes e seus valores."
"‘Minimizar' deve se tornar o nosso verbo preferido nas relações com os outros: minimizar os nossos destaques e minimizar os defeitos alheios. Não minimizar os nossos defeitos e os destaques alheios, como somos tantas vezes levados a fazer; é diametralmente o oposto!"
A fofoca mudou de nome, chama-se ‘gossip', afirmou Cantalamessa. "Parece ter virado coisa inocente, mas é uma das que mais poluem a vida em grupo".
Não basta não falar mal dos outros; precisamos também impedir que os outros o façam em nossa presença; fazê-los notar, mesmo que silenciosamente, que não estamos de acordo."
"Em muitos locais públicos está escrito ‘Aqui não se fuma'. Antigamente havia até alguns avisos de ‘Aqui não se blasfema'. Não faria mal acrescentar, em alguns casos, ‘Aqui não se fofoca'".

Amar

Se eu quiser amar somente os bons, nunca saberei o que é amar.

terça-feira, 29 de março de 2011

O hoje de Deus e o hoje da humanidade deveriam se tornar cada vez mais a nossa única preocupação

"Devemos sempre conduzir as almas ao paraíso; mas devemos conduzir não aquelas que viveram dez séculos atrás, mas as que vivem hoje. É preciso tomar o mundo e os homens como eles são hoje, para fazer hoje o bem."
Pe. Alberione

quinta-feira, 24 de março de 2011

Que tal este convite?

"A comunidade eclesial universal e local e toda a humanidade de hoje mais do que nunca, pedem aos religiosos e religiosas que se tornem homens e mulheres capazes de comunicar vida, de partilhar e doar amor e esperança. Mulheres  e homens que conheçam Deus e que saibam apresentá-lo ao mundo com todas as possibilidades comunicativas do terceiro milênio. Na rede global que envolve o mundo e nas infinitas possibilidades de navegação, somos convidadas a proclamar a notícia fiel de um Deus que por amor se fez servo da humanidade. Um Deus capaz, ainda hoje, de surpreender-nos, de romper as barreiras comunicativas, umpurrar-nos para além das fronteiras dos nosso pequenos horizontes, acender o amor, construir a paz."

quarta-feira, 23 de março de 2011